O conflito entre Rússia e Ucrânia segue em um momento crítico no final de setembro de 2025, caracterizado por ataques intensos, controvérsias diplomáticas e temores de escalada militar com a possível ampliação do armamento ucraniano.
Na esfera militar, a Rússia lançou um grande ataque combinando drones e mísseis contra diversas regiões da Ucrânia, com operações ainda em andamento ao final do dia 28. Essa ofensiva utilizou uma grande quantidade de veículos aéreos não tripulados, reforçando o protagonismo da guerra tecnológica e trazendo destruição significativa em áreas civis e instalações militares ucranianas. Apesar da resistência ucraniana, a escala e persistência dos ataques indicam a tentativa russa de desgastar a capacidade logística e psicológica do adversário.
No campo diplomático, um episódio recente agravou as tensões: o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou que a Ucrânia “não é um país soberano”, em meio a controvérsias sobre o uso de drones húngaros no espaço aéreo ucraniano. Essa declaração provocou forte reação da Ucrânia e aprofundou a rixa entre Kiev e Budapeste, complicando a unidade política entre países europeus preocupados com a guerra e evidenciando divergências sobre o apoio à Ucrânia e sobre sua integridade territorial.
Por fim, a Rússia questionou publicamente os Estados Unidos sobre a possibilidade de fornecimento de mísseis Tomahawk para a Ucrânia, perguntando se Washington fornecerá dados de alvo para esses armamentos de longo alcance. A questão abre um novo capítulo nas negociações internacionais, pois a entrega de munição avançada e o compartilhamento de informações estratégicas pode alterar o equilíbrio militar no terreno, gerando preocupação quanto à escalada das hostilidades e ao envolvimento direto das potências globais.
Em resumo, o final de setembro de 2025 registra uma fase de intenso confronto multidimensional, onde a guerra no terreno é acompanhada por disputas políticas profundas e pelo risco crescente de ampliação da participação internacional, tornando o futuro do conflito ainda mais incerto e volátil.
Vídeo no canal: https://youtu.be/2T4GZSZEc7g
